Playlists · 7 min

A playlist de treino de futebol

Uma playlist de treino é uma estrutura, não um clima. Ajuste o andamento ao bloco em que você está.

Última atualização:

A maioria das playlists de treino falha pelo mesmo motivo: tem um único nível de energia do início ao fim. Uma sessão de futebol não tem.

Construa em blocos

Divida a lista como a sessão é dividida. Ativação e mobilidade pedem algo estável e de andamento médio. Trabalho com bola pede ritmo sem agressividade. Condicionamento pede os vinte minutos mais duros que você tem.

Sequenciar assim evita que você brigue com a música. A playlist aperta quando a sessão aperta e alivia quando ela alivia.

Gêneros por bloco

Para ativação, urbano latino de andamento médio e afrobeats funcionam bem porque a levada é estável e os vocais não exigem atenção. Para trabalho com bola, dembow e funk paulista ocupam um espaço útil: rítmicos, familiares, não exaustivos.

Para condicionamento, funk phonk, drill e o lado mais pesado do mandelão dão conta. São faixas construídas sobre repetição e grave, exatamente o que se quer quando você está contando repetições em vez de ouvir.

Regras práticas

Evite intros longas. Trinta segundos de ambiência são tempo morto numa série. Prefira músicas que comecem nos primeiros cinco segundos.

Deixe a lista um pouco mais longa que a sessão, renove algumas faixas por mês e corte o que você sempre pula. Uma playlist de treino deve parecer equipamento, não mixtape.

Ouça a playlist completa

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FAQ

Perguntas frequentes

Qual andamento funciona melhor para treino de futebol?

Cerca de 90-110 BPM para ativação e mobilidade, e 125-145 BPM para blocos de intensidade. A questão é acompanhar o bloco, não caçar a música mais rápida.

Quanto deve durar uma playlist de treino?

Um pouco mais que sua sessão, para não acabar no meio de uma série. De sessenta a setenta e cinco minutos cobre a maioria dos blocos.

Faixas

Músicas mencionadas

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